Da Série Filmografia: A culpa do cordeiro

http://sonatapremieres.blogspot.com.br/…/a-culpa-do-cordeir… (baixar)

Um homem tem um cachorro, mas não uma família. Por certo, a culpa é mesmo do cordeiro. Sempre é no fim das contas em q pese o cadáver q guardamos no armário. Compartilhar uma bela mesa, uma conversa com quem amamos e brindar aquilo q vai se descortinando pouco a pouco. Segredos servem para serem revelados ao modo de uma fotografia. “Todas as famílias felizes são iguais. As infelizes o são cada uma à sua maneira” Tolstoi

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aninhado na tua face

as coisas não passaram despercebidas
uma dança no centro da cidade
por entre as mãos espalmadas 
noturna
tua íris brilhando mais do q os faróis na avenida
são sebastião flechado
rútilo movimento em chamas
pequenos passos de um felino amoroso
as coisas não passaram despercebidas
e recendem ao gosto de cereja
ao vinho na boca
ao momento num café
em q as palavras não foram mais necessárias
e nem disseram algo mais belo do q este silêncio
aninhado na tua face

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pequena oração a um menino travesso

o tempo será curto
e as páginas omissas
não ligue para o q dizem dos telhados
e mesmo as rosas q fenecem a flor do dia
são antes anfitriãs de um mundo caduco

cava com tua própria mão
um caminho
um estrada
e quem sabe tua própria solidão
se dissipe por sobre o corpo
do mar

na fagulha da vitrola
a canção toca apesar de.
e isso estremece tua alma
de menino velho

o tempo é mesmo um deus ridículo e calvo
mas, e daí?
não te comportes bem em festas infantis
e assopres com devoção esta vela

meu filho, o melhor sempre
é o ladrar do cão do outro lado da rua
e vc perdido em pensamentos
sobre a hora exata do fim

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Da Série Filmografia: Gosto de Cereja

http://www.filmotecaonline.com.br/search?q=gosto+de+cereja+ (online)

Olho: peixe-fléxil: móbile. O segredo é observar a luz. Quando se vê não percebe-se a luz q se faz ver. O tempo todo. Matéria interrogativa. Uma espécie de road movie, mas colocado sob uma forma fixa. Possibilidade/ Impossibilidade. Impermanência de uma ideia, uma proposta um vir a ser sob o puro nada. Questionamento e dúvida: Incerteza. Tudo é terra e pó. Inóspito. Entre o “lá fora” ( os outros) o elemento comunicante e o “aqui dentro” o íntimo, a subjetividade. Estado fronteiriço: lá e cá: Indaga-se.

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Da Série Filmografia: Garrafas Vazias

https://sonatapremieres.blogspot.com.br/search?q=garrafas+vazias (baixar)

“Por um pouco de amor eu iria até os confins da Terra”. Comovente e divertido na exata medida em q faz pensar e rir de algumas situações. Se tudo der certo, garotos, envelheceremos. A graça vital é entendida como um espaço de afeto quando estamos rodeados por aqueles q nos querem bem, quando nos sentimos parte de um todo, quando em suma somos amados e podemos amar ainda. Leve como o cheiro do café recém saído do fogo. O q preenche “Garrafas vazias” é o encontro, a amizade,o amor, as pequenas coisas da vida cheias de significado. Como um sopro de um balão, um sopro de vida. Da boa e velha energia q move o sol e os outros astros.

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Da Série Filmografia: Confissões

http://www.filmotecaonline.com.br/search?q=confiss%C3%B5es+ ( Online)

https://sonatapremieres.blogspot.com.br/2012/04/confissoes_6566.html ( Baixar)

“A capacidade de judiar dos mais fracos. A capacidade de esquecer as coisas ruins.” A dor é tão boa feito uma aula, melhor do que toda educação e mais fértil que qualquer outro sentimento. O que podes confessar entre A e B? Uma aula excepcional e o sangue. “A vida é importante?” “Eu como sua professora vou corrigí-lo.” O barulho de algo importante desaparecendo. “Todo homem mata as coisas que ama” Oscar Wilde.

Pôster

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Da Série Filmografia: Lucky

http://filmescult.com.br/lucky-2017/

A vida é uma estrada, garotos, e como toda estrada ela tem um fim.  Os cactos, o jabuti, a festa de aniversário, o cigarro, as conversas… pequenos fatos da vida q se vai como tudo o mais. Lucky, é um homem velho q toma consciência de q nada permanece. Ao modo de um blues, do som da gaita q cala fundo acompanhamos esta pequena odisseia humana no q ela tem de grande e miserável.  Uma metafísica afeita ao realismo e a uma profunda sensibilidade das coisas. Profundamente humano. Não há transcendência alguma além do vazio e da morte. Pode-se dizer q toda beleza reside na transitoriedade de tudo e de todos, neste movimento em desalinho, na dissonância de um mundo q se finda por inteiro e completamente. “Com a morte a por umidade nas paredes e cabelos brancos nos homens, /Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada.” Fernando Pessoa.

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